terça-feira, 4 de junho de 2013
Sou uma filha bastante fofa...
Faço coisas assim boas para o meu pai que faz hoje anos.. Bolinho brigadeiro... E sendo que o chocolate é uma das minhas perdições, vou hoje comer até me encher. Amanhã começa a aventura do ginásio por isso há que fazer uma estágio em grande*
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Xô aí pessimistas...
Tenho uma relação de amor ódio com pessoas pessimistas. Adoro-as porque me rio com as coisas absurdas que por vezes produzem os seus cérebros mórbidos. Odeio-as porque por vezes me apanham e me transformam em alguém igual a elas. Este fim de semana foi ouvi-las a fazerem narrativas espectaculares sobre o tempo. Eu, pessoa fofa que mal vê um raio de sol (desde janeiro a janeiro) anseia por praia, vesti logo no sábado um belo de um calçãozinho. No domingo, mais calor ainda, mais calção. E não era que elas se sentiam atraídas por mim? Era ouvi-las com um ar tão contente a dizer: "ah ah ah aproveita porque para a semana já não há mais calor...olha eu nem visto calções nem vestidos para depois não sentir tanto a diferença...." Como? Entramos numa lógica de viver na abstinência para não sentir a falta do pão? Nunca vou beber vinho porque amanhã posso não poder beber e assim não sinto tanto a falta... Ok. O mundo é vosso caros irmãos... E eu, continuo de calçõezinhos e só para vos tramar, uma vez que no próximo final de semana vais estar mais frescote aqui pelo Porto vou-me mandar para o Alentejo....
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Saber onde parar
Nestes últimos dias andei quase ausente da minha vida pessoal. Passava por ela, dizia-lhe olá mas não nos falávamos muito. Éramos como que duas conhecidas que se evitam porque, embora simpatizem uma com a outra, não têm muitos assuntos para falar. Sentia-me muito pressionada porque tinha de fazer muitas coisas, sentia uma necessidade atroz de fazer o máximo mesmo que fosse em coisas que não me animavam particularmente. E o pior é que eu estava consciente desta falta de amor pelo que estava a fazer daí sentir que não o estava a fazer como devia. Sabendo que é um mal necessário para um futuro melhor obriguei-me até à exaustão. Nesse processo senti que ia ficando cada vez mais isolada. Era o tempo para os amigos que faltava, era o café prometido há semanas, eram os fim de semana em que embora o corpo estivesse presente nada mais estava.
Não sou de fazer coisas pela metade, assim como não sou de as fazer com pouco amor. Mas, talvez pela primeira vez na minha vida, aprendi que crescer também é um bocadinho isto. Mas também é saber onde parar. Hoje inicio uma pausa consciente de que é necessária para recomeçar com um fôlego maior.Preciso de abrir a janela e respirar sob o prejuízo de ficar completamente "atrofiada" por um ar rarefeito. Vou aproveitar o sol, as pequenas coisas porque só assim as grandes fazem algum sentido.
Um bom fim de semana a todos*
terça-feira, 28 de maio de 2013
Oi? Como dizem? Não há o quê?
"O má notícia chegou na semana passada através do canal francês de meteorologia Meteo: este ano será um ano sem verão. Estamos prestes a sentir um dos verões mais frios e húmidos dos últimos 200 anos.
Segundo o relatório apresentado esta probabilidade acontecerá devido a um inverno longo que levou a um arrefecimento do mar e também à fraca atividade solar durante vários meses. Esta combinação poderá ter um efeito direto sobre o clima durante os meses do verão.
Algumas estimativas consideram que em 2013, no verão, as temperaturas poderão cair, em média, um a três graus na Península Ibérica. Também haverá precipitação.
Significa isto, de acordo com as previsões do canal Meteo que há 70% de probabilidades de que haja uma ausência completa de verão na Europa Ocidental.
Revelou ainda o Meteo que haverão períodos de calor mas serão de curta duração, com alterações do clima até final de agosto.
Assim os meses mais quentes não serão, como habitualmente, julho e agosto e haverá que esperar até setembro e outubro para desfrutar do calor."
Fonte: DN
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Estou bastante irritada com tudo isto, espero que não se note muito (a versão inicial do texto era muito pior)...
Vamos por partes. Há votações para um membro de um casal homossexual possa legalizar aquilo que muitas vezes faz durante anos sem que para tal seja necessário um papel. Há discussões sobre isso, há debates sobre isso, há votações sobre isso. OK. Há quem defenda que não deve ser permitido, coitadinhas das crianças que têm dois pais ou duas mães. Isso é definitivamente um grande problema. Permitir a uma criança crescer com amor e numa família feliz é muito difícil quando os adultos têm uma cabeça tão pequenina. Mas depois há pais que alugam filhos com deficiência para evitarem filas na Disney World. E mais, há famílias que as alugam, ensinando assim aos seus filhos o papel que um portador de deficiência tem na sociedade: com a sua scooter com dístico é quase um free pass para todos os sítios. Como diz uma mãe que usufruiu dos serviços: a minha família entrou num minuto e as outras demoraram mais de duas horas. Que esperta que tu és meu doce. Mas isto não é problema nenhum comparado com a adopção por homossexuais. Estes pais é que devem poder adotar porque conseguiram apaixonar-se por uma criatura do sexo oposto tão aberrante quanto eles.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Tenho de partilhar com alguém
Estou à espera para ter uma reunião num hospital. Ao meu lado, um senhor ri-se incessantemente para o telemóvel. Não, não estou no pavilhão de psiquiatria.
terça-feira, 14 de maio de 2013
É meter energia positiva cá para dentro que é disso que precisamos...
... juro que não falo do tempo siberiano que vem no fim de semana, juro que não falo da maldita incerteza acerca de quem é o agente duplo do governo em Scandal. Juro.
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