Quem me conhece sabe o respeito que tenho por idosos. Trabalho preferencialmente com eles e sei muito bem quais as limitações que advêm do processo de envelhecimento. Já vi idosos de todo o tipo, desde aqueles amorosos que apetece levar para casa até aqueles que apetece esganar de tão arrogantes que são. No entanto, se há coisa que não suporto em alguns deles é o facto de pensarem que a idade lhes dá o direito de agir como bem querem sem se importarem com nada. Afinal, são mais velhos e devem ser sempre respeitados. Tudo isto para vos enquadrar na história que presenciei hoje: um casal chega de elevador a um piso de uma clínica e pergunta se estão no piso da especialidade que queriam. A recepcionista diz que não e que devem descer um piso. O senhor carrega no botão no elevador e começa a "bufar" pela demora. A recepcionista dirige-se ao senhor e indica as escadas como alternativa para não ter de esperar, argumentando que era só um piso. Em resposta, o senhor insultou a funcionária de uma forma grosseira, dizendo-lhe para ir ela andar a pé que bem precisava (a senhora era um bocadinho forte) acrescentando ainda que ela os tinha desrespeitado enquanto pessoas de idade. Sei que não devo ter idosos a ler o meu blogue, mas fica a dica para todos nós quando envelhecermos: a idade não dá nenhum posto, a educação sim.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Pablito como me encantas...
Com a "Grândola, Vila Morena" na boca de todos nós, vivamos apressadamente.
Um dia excelente para todos*
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
É preciso...
..saber começar uma semana assim. Saber que não valem a pena todos os anseios e todas as inseguranças. Saber que é mais forte quem luta, perdendo ou ganhando. Não perder o foco mas não viver demasiado focado. As coisas boas chegaram a seu tempo.
Uma boa semana*
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
É impressão minha...
... ou estou no meio de um "baby-boom"? Ora vejamos: em Dezembro soube que uma ter uma prima e fiquei extremamente feliz uma vez que o mais novo da família já conta com uns três anos no BI; no fim de semana soube que uma prima pouco mais velha do que eu também estava à espera de um rebento (com sexo ainda a designar) e senti uma nostalgia imensa ao lembrar de quando brincavamos às barbies mães; ontem soube que uma amiga, também pouco mais velha do que eu, estava grávida de 5 semanas e fiquei igualmente contente; e hoje li que a Ana Martins (do blogue A Pipoca Mais Doce) vai ter um rapazito (desde já gostava de deixar aqui expressos os meus parabéns). E é assim, estou a sentir qualquer coisa de estranho como se à minha frente só conseguisse ver mulheres barrigudinhas e fatinhos amorosos com lacinhos. Este sentimento poderia facilmente ser confundido com funcionamento anormal do relógio biológico mas não é. Ainda tenho muita coisa a fazer antes de conceber a descendência. Porém, sinto-me extremamente embriagada por toda a magia que os bébes trazem consigo. Na minha família prevejo um verão quente com muitos biberões e chupetas à mistura. E que bem que isso me parece.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
No dia do amor...
... deixo-vos com amor...com o meu amor... Porque o dia de hoje tem, como todos os outros, a importância que lhe queiramos dar. O meu, é um dia normal em que agradeço mais uma vez a sorte que tenho em ter uma pessoa fantástica ao meu lado. Não é o namorado mais atento, não faz as surpresas mais espetaculares, não liga a pormenores como tantas vezes gostaria que ligasse. No entanto, tem nele a doçura e o encanto de quem luta todos os dias por um grande amor. Por isso sim, é o melhor namorado do mundo.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Aviso desde já....
... que isto hoje
vai ser a doer. Estou revoltada, a sério que estou. Acabei de ler um estudo da
universidade do Minho (que podem consultar aqui) sobre a prevalência de
violência no namoro. Deparo-me com isto: num total de 4667 jovens com idades
entre os 13 e os 29 anos, 25,4% relataram ter sido vítimas de, pelo menos, um
ato abusivo no último ano e 30,6% admitiu ter sido agressor(a). Se há coisa que
me revolta é a violência, seja ela do tipo de for, contra quem for, por achar
que nada nem ninguém tem o direito de exercer poder sobre o outro usando para
tal dano físico. Condeno a violência doméstica, quem bate e quem tantas e
tantas vezes retira as queixas por "amor". Porém, sou capaz, fazendo
um esforço daqueles gigantes e quase irreal, de entender a dificuldade (e não a
resignação) de lidar com tudo quando há filhos envolvidos e anos de vida em
comum. Agora no namoro a minha compreensão encerra antes de começar, nem chega
a ter um "no entanto" nem um "talvez", não aceita a miníma
análise nem a milésima de ponderação. 30.6% dos participantes deste estudo
admitiram ser agressores e sabemos muito bem que a tendência é para estes
números serem inferiores aos reais.
Apenas 9% das vítimas fazem queixa por medo de serem culpabilizados e
que os pais os pressionem para terminar a relação. Algo muito errado está a
acontecer com as pessoas que agridem mas também com quem aceita viver assim
pelas razões que apresenta. Minha gente, é um namoro. É a pessoa que vocês
escolheram e de quem têm o direito de abdicar. Vão ter mais na vida, melhores,
piores, mas será sempre a vossa escolha. Agora a dignidade, essa perde-se com o
primeiro aperto de braço mais forte. E isso sim, é díficil de recuperar. E não
me venham dizer que é tudo muito complexo e que só quem passou é que sabe. O
tanas é que é. É simples demais porque só tem conclusão possível para mim: o
amor verdadeiro não magoa desta maneira.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Por cá....
...aproveitam-se os raios de sol da semana, preparando-se a iminente entrada no 'executive mode'... E como eu adoro este sol, este cheiro fresco que anuncia a primavera (e a visita mais frequente da minha querida asma, mas esqueçamos essa parte). Agora vêem-me dizer que para a semana vem muito frio e chuva. Mentirosos é o que eles são (acho que estou em negação minha gente)*
Subscrever:
Mensagens (Atom)






