... ou estou no meio de um "baby-boom"? Ora vejamos: em Dezembro soube que uma ter uma prima e fiquei extremamente feliz uma vez que o mais novo da família já conta com uns três anos no BI; no fim de semana soube que uma prima pouco mais velha do que eu também estava à espera de um rebento (com sexo ainda a designar) e senti uma nostalgia imensa ao lembrar de quando brincavamos às barbies mães; ontem soube que uma amiga, também pouco mais velha do que eu, estava grávida de 5 semanas e fiquei igualmente contente; e hoje li que a Ana Martins (do blogue A Pipoca Mais Doce) vai ter um rapazito (desde já gostava de deixar aqui expressos os meus parabéns). E é assim, estou a sentir qualquer coisa de estranho como se à minha frente só conseguisse ver mulheres barrigudinhas e fatinhos amorosos com lacinhos. Este sentimento poderia facilmente ser confundido com funcionamento anormal do relógio biológico mas não é. Ainda tenho muita coisa a fazer antes de conceber a descendência. Porém, sinto-me extremamente embriagada por toda a magia que os bébes trazem consigo. Na minha família prevejo um verão quente com muitos biberões e chupetas à mistura. E que bem que isso me parece.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
No dia do amor...
... deixo-vos com amor...com o meu amor... Porque o dia de hoje tem, como todos os outros, a importância que lhe queiramos dar. O meu, é um dia normal em que agradeço mais uma vez a sorte que tenho em ter uma pessoa fantástica ao meu lado. Não é o namorado mais atento, não faz as surpresas mais espetaculares, não liga a pormenores como tantas vezes gostaria que ligasse. No entanto, tem nele a doçura e o encanto de quem luta todos os dias por um grande amor. Por isso sim, é o melhor namorado do mundo.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Aviso desde já....
... que isto hoje
vai ser a doer. Estou revoltada, a sério que estou. Acabei de ler um estudo da
universidade do Minho (que podem consultar aqui) sobre a prevalência de
violência no namoro. Deparo-me com isto: num total de 4667 jovens com idades
entre os 13 e os 29 anos, 25,4% relataram ter sido vítimas de, pelo menos, um
ato abusivo no último ano e 30,6% admitiu ter sido agressor(a). Se há coisa que
me revolta é a violência, seja ela do tipo de for, contra quem for, por achar
que nada nem ninguém tem o direito de exercer poder sobre o outro usando para
tal dano físico. Condeno a violência doméstica, quem bate e quem tantas e
tantas vezes retira as queixas por "amor". Porém, sou capaz, fazendo
um esforço daqueles gigantes e quase irreal, de entender a dificuldade (e não a
resignação) de lidar com tudo quando há filhos envolvidos e anos de vida em
comum. Agora no namoro a minha compreensão encerra antes de começar, nem chega
a ter um "no entanto" nem um "talvez", não aceita a miníma
análise nem a milésima de ponderação. 30.6% dos participantes deste estudo
admitiram ser agressores e sabemos muito bem que a tendência é para estes
números serem inferiores aos reais.
Apenas 9% das vítimas fazem queixa por medo de serem culpabilizados e
que os pais os pressionem para terminar a relação. Algo muito errado está a
acontecer com as pessoas que agridem mas também com quem aceita viver assim
pelas razões que apresenta. Minha gente, é um namoro. É a pessoa que vocês
escolheram e de quem têm o direito de abdicar. Vão ter mais na vida, melhores,
piores, mas será sempre a vossa escolha. Agora a dignidade, essa perde-se com o
primeiro aperto de braço mais forte. E isso sim, é díficil de recuperar. E não
me venham dizer que é tudo muito complexo e que só quem passou é que sabe. O
tanas é que é. É simples demais porque só tem conclusão possível para mim: o
amor verdadeiro não magoa desta maneira.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Por cá....
...aproveitam-se os raios de sol da semana, preparando-se a iminente entrada no 'executive mode'... E como eu adoro este sol, este cheiro fresco que anuncia a primavera (e a visita mais frequente da minha querida asma, mas esqueçamos essa parte). Agora vêem-me dizer que para a semana vem muito frio e chuva. Mentirosos é o que eles são (acho que estou em negação minha gente)*
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
E como diz o Charlie....
"Na minha vida tudo acontece
Mas quanto mais a gente rala mais a gente cresce"
Comunicação pelo cortex... pum bye bye*
Mas quanto mais a gente rala mais a gente cresce"
Comunicação pelo cortex... pum bye bye*
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
E não é que estes senhores me querem destruir os sonhos de infância?
Sempre
fui menina de gostar de barbies. Não queria saber muito de nenucos e abominava
a ideia de ser tão nova e ter já alguém a cargo. Mas com as barbies era
diferente: elas tornavam-se o meu alter-ego e faziam coisas que na minha
vidinha simples nunca conseguiria. Seduziam o Ken e eram muito felizes, às
vezes traiam-no (sim as minhas faziam muito isto, eram um pouquinho vadias),
saiam de casa a meio da noite, destruíam a mobília (era vê-las a pontapear todo
o pequeno pedaço de plástico que encontravam pela frente), não trabalhavam nem
estudavam mas eram altamente ricas. E como eu adorava esta aventuras. Tinha a
barbie banhos de sol, a médica, a madeixas, a veterinária, a princesa....Perdi
a conta a todas as vezes em que passei manhãs e construir-lhes as casas e a
escolher-lhes a roupa para vestirem (também houve dias em que ao fim de horas a
montar a casa não me apeteceu mais brincar). Mas serve tudo isto para vos
mostrar o meu amor à barbie e ao seu namorado Ken e para que percebam o quanto
esta notícia me fez ficar arreliada. Então não é que a Barbie e o Ken da vida
real não simpatizaram um com o outro? Mas como é que isto pode ser? Traições à
parte, este é o casal perfeito, o mais bonito, o com um sorriso mais sincero, o
mais apaixonado. Era eu trabalhar na Mattel e já tinha colocado um processo a
estas duas personagens. Que queiram ser ridículos OK, agora que destruam a
fantasia de milhares de crianças e de
pessoas-já-não-tão-crianças-mas-que-continuam-a-gostar-de-ver-a-montra-das-barbies-no supermercado? Isso é atroz.
p.s. Alguém entra comigo na elaboração de uma petição para estas pessoas serem internadas em prol da sua sanidade mental?
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Há mar e mar há ir...
... e
voltar... E nestes fim de semanas que se vão resumir a um dia, o voltar é
demasiado rápido. As sextas à tarde (e por tarde entenda-se a entrar pelas 22
horas) e o sábado são agora dedicados ao trabalho. Sempre fui pessoa de privilegiar
estes dias como momentos de descanso e de confraternização com os mais
que tudo. Mas durante mais um mês vai ser assim. Há projetos a ser cumpridos,
há inícios que são mais complicados em prol da construção de futuros melhores.
A parte boa é que se reinventam formas de rentabilzar o tempo. Os jantares são
tardios e os passeios à tarde à beira mar passam a ser à noite... A beleza
é igual, muda apenas a perspetiva.
Uma excelente semana*
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