sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

É impressão minha...

... ou estou no meio de um "baby-boom"? Ora vejamos: em Dezembro soube que uma ter uma prima e fiquei extremamente feliz uma vez que o mais novo da família já conta com uns três anos no BI; no fim de semana soube que uma prima pouco mais velha do que eu também estava à espera de um rebento (com sexo ainda a designar) e senti uma nostalgia imensa ao lembrar de quando brincavamos às barbies mães; ontem soube que uma amiga, também pouco mais velha do que eu, estava grávida de 5 semanas e fiquei igualmente contente; e hoje li que a Ana Martins (do blogue A Pipoca Mais Doce) vai ter um rapazito (desde já gostava de deixar aqui expressos os meus parabéns). E é assim, estou a sentir qualquer coisa de estranho como se à minha frente só conseguisse ver mulheres barrigudinhas e fatinhos amorosos com lacinhos. Este sentimento poderia facilmente ser confundido com funcionamento anormal do relógio biológico mas não é. Ainda tenho muita coisa a fazer antes de conceber a descendência. Porém, sinto-me extremamente embriagada por toda a magia que os bébes trazem consigo. Na minha família prevejo um verão quente com muitos biberões e chupetas à mistura. E que bem que isso me parece.    


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

No dia do amor...

... deixo-vos com amor...com o meu amor... Porque o dia de hoje tem, como todos os outros, a importância que lhe queiramos dar. O meu, é um dia normal em que agradeço mais uma vez a sorte que tenho em ter uma pessoa fantástica ao meu lado. Não é o namorado mais atento, não faz as surpresas mais espetaculares, não liga a pormenores como tantas vezes gostaria que ligasse. No entanto, tem nele a doçura e o encanto de quem luta todos os dias por um grande amor. Por isso sim, é o melhor namorado do mundo


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Aviso desde já....


... que isto hoje vai ser a doer. Estou revoltada, a sério que estou. Acabei de ler um estudo da universidade do Minho (que podem consultar aqui) sobre a prevalência de violência no namoro. Deparo-me com isto: num total de 4667 jovens com idades entre os 13 e os 29 anos, 25,4% relataram ter sido vítimas de, pelo menos, um ato abusivo no último ano e 30,6% admitiu ter sido agressor(a). Se há coisa que me revolta é a violência, seja ela do tipo de for, contra quem for, por achar que nada nem ninguém tem o direito de exercer poder sobre o outro usando para tal dano físico. Condeno a violência doméstica, quem bate e quem tantas e tantas vezes retira as queixas por "amor". Porém, sou capaz, fazendo um esforço daqueles gigantes e quase irreal, de entender a dificuldade (e não a resignação) de lidar com tudo quando há filhos envolvidos e anos de vida em comum. Agora no namoro a minha compreensão encerra antes de começar, nem chega a ter um "no entanto" nem um "talvez", não aceita a miníma análise nem a milésima de ponderação. 30.6% dos participantes deste estudo admitiram ser agressores e sabemos muito bem que a tendência é para estes números serem inferiores aos reais.  Apenas 9% das vítimas fazem queixa por medo de serem culpabilizados e que os pais os pressionem para terminar a relação. Algo muito errado está a acontecer com as pessoas que agridem mas também com quem aceita viver assim pelas razões que apresenta. Minha gente, é um namoro. É a pessoa que vocês escolheram e de quem têm o direito de abdicar. Vão ter mais na vida, melhores, piores, mas será sempre a vossa escolha. Agora a dignidade, essa perde-se com o primeiro aperto de braço mais forte. E isso sim, é díficil de recuperar. E não me venham dizer que é tudo muito complexo e que só quem passou é que sabe. O tanas é que é. É simples demais porque só tem conclusão possível para mim: o amor verdadeiro não magoa desta maneira.




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Por cá....

...aproveitam-se os raios de sol da semana, preparando-se a iminente entrada no 'executive mode'... E como eu adoro este sol, este cheiro fresco que anuncia a primavera (e a visita mais frequente da minha querida asma, mas esqueçamos essa parte). Agora vêem-me dizer que para a semana vem muito frio e chuva. Mentirosos é o que eles são (acho que estou em negação minha gente)*



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

E como diz o Charlie....

"Na minha vida tudo acontece
Mas quanto mais a gente rala mais a gente cresce"












Comunicação pelo cortex... pum bye bye*

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

E não é que estes senhores me querem destruir os sonhos de infância?


Sempre fui menina de gostar de barbies. Não queria saber muito de nenucos e abominava a ideia de ser tão nova e ter já alguém a cargo. Mas com as barbies era diferente: elas tornavam-se o meu alter-ego e faziam coisas que na minha vidinha simples nunca conseguiria. Seduziam o Ken e eram muito felizes, às vezes traiam-no (sim as minhas faziam muito isto, eram um pouquinho vadias), saiam de casa a meio da noite, destruíam a mobília (era vê-las a pontapear todo o pequeno pedaço de plástico que encontravam pela frente), não trabalhavam nem estudavam mas eram altamente ricas. E como eu adorava esta aventuras. Tinha a barbie banhos de sol, a médica, a madeixas, a veterinária, a princesa....Perdi a conta a todas as vezes em que passei manhãs e construir-lhes as casas e a escolher-lhes a roupa para vestirem (também houve dias em que ao fim de horas a montar a casa não me apeteceu mais brincar). Mas serve tudo isto para vos mostrar o meu amor à barbie e ao seu namorado Ken e para que percebam o quanto esta notícia me fez ficar arreliada. Então não é que a Barbie e o Ken da vida real não simpatizaram um com o outro? Mas como é que isto pode ser? Traições à parte, este é o casal perfeito, o mais bonito, o com um sorriso mais sincero, o mais apaixonado. Era eu trabalhar na Mattel e já tinha colocado um processo a estas duas personagens. Que queiram ser ridículos OK, agora que destruam a fantasia de milhares de crianças e de pessoas-já-não-tão-crianças-mas-que-continuam-a-gostar-de-ver-a-montra-das-barbies-no supermercado? Isso é atroz. 


p.s. Alguém entra comigo na elaboração de uma petição para estas pessoas serem internadas em prol da sua sanidade mental?



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Há mar e mar há ir...

... e voltar... E nestes fim de semanas que se vão resumir a um dia, o voltar é demasiado rápido. As sextas à tarde (e por tarde entenda-se a entrar pelas 22 horas) e o sábado são agora dedicados ao trabalho. Sempre fui pessoa de privilegiar estes dias como momentos de descanso e de  confraternização com os mais que tudo. Mas durante mais um mês vai ser assim. Há projetos a ser cumpridos, há inícios que são mais complicados em prol da construção de futuros melhores. A parte boa é que se reinventam formas de rentabilzar o tempo. Os jantares são tardios e os passeios à tarde à beira mar passam a ser à noite... A beleza é igual, muda apenas a perspetiva.

Uma excelente semana*